sexta-feira, 3 de julho de 2009

Dois ex-seguranças vão a júri popular por morte de milionário da Mega-Sena

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Dois ex-seguranças acusados de envolvimento na morte de de Renê Senna, ganhador da Mega-Sena assassinado em 7 janeiro de 2007, vão a júri popular na segunda-feira (6), no Tribunal do Júri do Fórum de Rio Bonito, o julgamento de dois ex-seguranças do milionário René Senna, assassinado em 7 de janeiro de 2007. O ex-policial militar Anderson Silva de Sousa e o funcionário público Ednei Gonçalves Pereira são acusados de serem os autores dos disparos que mataram o milionário. Eles serão os primeiros a irem a júri popular. Os acusados foram denunciados por homicídio duplamente qualificado --motivo torpe e mediante recurso que impossibilitou a defesa da vítima-- e furto qualificado. Segundo a denúncia do Ministério Público, o crime foi encomendado pela viúva do milionário, Adriana Ferreira Almeida, e envolveria mais três pessoas: o cabo da Polícia Militar Marco Antônio Vicente, o sargento Ronaldo Amaral de Oliveira, o China; e a professora de educação física Janaína Silva de Oliveira, mulher de Anderson. Estes, porém, entraram com recursos e ainda não têm data prevista para serem julgados. Ganhador de R$ 51,8 milhões da Mega-Sena em 2005, René Senna foi morto a tiros ao ser surpreendido quando tomava cerveja em um bar, na localidade de Lavras, Rio Bonito. A denúncia afirma que, após o crime, Anderson e Ednei pegaram uma pochete da vítima, contendo em seu interior uma arma e determinada quantia de dinheiro. Leia mais (03/07/2009 - 19h24)

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